sábado, 9 de abril de 2011
Mais uma vez meu desejo
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Quase de sangue
Pessoas têm afinidades com outras "específicas" (entre aspas porque não chega a ser no sentindo literal desta palavra), mas podem ter também a lábia de chegar e conversar com outras pessoas. Ok.
Só não entendo como isso não pode acontecer com uma pessoa sequer, que, analisando os fatos, é quase do mesmo sangue. Tantos anos passaram e não houve muito progresso. E mais estranho é amar essas pessoas mesmo tendo quase nenhum contato; exceto pelas reuniões de família e por acaso num esbarrão na rua ou com amigos em comum.
Pessoas quase do mesmo sangue que muitas vezes são unidas, quase como irmãos, ou melhor do que isso, visto que irmão, na maioria das vezes, não são tão unidos assim (é claro que tem exceções, mas ao meu ver não...). Mas isto, isto não ocorre comigo e com muitas pessoas da minha família.
É estranho isso, esse afastamento entre primos, ainda mais de 1° grau. Chega até ser meio absurdo. E eu já vi, pelo menos uma pessoa ficar espantada com tal comportamento.
Eu me entisteço. Gostaria muito que essa realidade fosse outra. Gostaria de poder ser mais unida com meus primos. Eu poderia e posso mudar isso? Sim, eu posso. E tentei um pouquinho hoje, mas minha timidez e minha falta de coragem falaram mais alto diante do imenso silêncio... Ainda por cima tentei com a pessoa que eu sei que me adora e que eu adoro também. Tentei com a pessoa que mais me identifico diante do círculo de sete primos. E pensar que com esta mesma pessoa, anos atrás, eu brincava, eu era mais próxima do que sou hoje. Geralmente, quando crescemos temos a tendência de sermos mais simpáticos e educados com as pessoas, fazer a "social", porém, não foi o que aconteceu no decorrer da carruagem desta relação. Maldita é a timidez!
Foi um sonho quando vi a aproximidade entre nós, seis anos atrás. Pensei que ia decolar, mas só aterrisou... Foi sonho também ano passado, quando não só iríamos estudar na mesma escola, mas além disto. E ficou ainda pior, pois nem no MSN nos falamos mais. Às vezes, pessoalmente, tem-se um surto de simpatia e não-timidez, mas o efeito dura pouco. Gostaria muito de mudar esse quadro, mas não gostaria de tentar sozinha.
Gostaria de poder sentar e conversar com meus primos, por horas, contar segredos, ouvir conselhos, sair além das reuniões em família, mesmo que eu seja a única no meio de muitos. Gostaria sim de ser mais próxima deles, mas gostaria de ser assim em especial com um. Gostaria de ter uma boa conversa com ele pessoalmente e não por MSN (quando tínhamos). Lamento por isso, lamento ainda mais por não ter a devida coragem de "fazer a íntima", chegar chegando e conversar num papo animado e até haver troca de carinhos, como primos fazem...
Mero sonho... Triste realidade...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A Mancha Humana
Vermelho carmim e profundo
Veja os oceanos se elevando
É a mancha humana
Fale sobre a fome crescente
Pergunte por que estamos tão preocupados
Você não acha que a raça humana
É incessantemente inutil
Mas machuca estar vivo
Meu amigo
Nesta silenciosa onda
Nós estamos passando a deriva
Você não deseja
Ser criança novamente?
Apenas por um minuto
Apenas por mais um minuto
Ouça o badalar de um relógio
O som da própria vida
Ninguém realmente quer morrer
Para salvar o mundo
Diga-me que você está sendo rasgado ao meio
Pois nós falhamos a aprender
E diga-me se a terra está indo abaixo
Aonde está a sua raiva agora?
Então machuca estar vivo
Meu amigo
Nesta máscara aonde
Todos nós devemos morrer algum dia
Você não deseja
Nascer novamente?
Apenas por um minuto
Apenas por mais um minuto
Tic-Toc
O badalar na lágrima partida
A batida de um coração de pedra
A perda da sua prosperidade divina
Porque custa estar vivo
Meu amigo
E esta vida que alguém
Meramente te deu
Este é o preço que você paga
Minuto após minuto
Você implora por apenas mais um minuto
Meu novo vício =)
domingo, 8 de agosto de 2010
Uma música, diversas lembranças...
E lembrei de você
Lembrei do tempo que passamos juntos
Ah, amor, que saudades eu tenho disto...
Como queria poder parar no tempo
E viver somente daquilo que vivemos
Daquele tempo em que sorríamos
Éramos tão felizes...
Por que tiraram nossa felicidade?
O que fizemos para isso?
Por que nos separaram?
Eu não queria isto para nós...
Não foi o que planejei, amor
A distância não fazia parte dos planos
Esta maldita distância que se intrometeu
Mas, amor, nós vamos superar isto, não vamos?
Diga que sim, que acredita nisso!
Sei que no final do túnel há uma luz
Vamos caminhando para esta luz
A luz é nossa liberdade, nossa felicidade de novo
Conseguiremos chegar lá
Pode demorar, mas antes tarde do que nunca
Eu espero, e você, meu anjo?
Diga que sim mais uma vez... por favor!
Eu te amo e não quero te perder de novo
Quero continuar acreditando que seremos
Amigos para sempre e
Namorados para a eternidade...
Afinal, se temos a eternidade juntos
O tempo que esperamos pelaluz não é nada
Não é mesmo?
Espere-me quando chegar no fim do túnel
Dar-te-ei um grande e apaixonado beijo
Espere-me, amor
Espere, amor
Nossa felicidade nos espera...
sábado, 7 de agosto de 2010
O pior de tudo, além de ser uma pessoa infeliz, é ver uma que você ama sendo cada vez mais infeliz e vendo a vida dela entrar em ruinas e você não poder ajudar de nenhuma forma, porque tudo que você fez antes foi contribuir com a infelicidade desta pessoa.
Eu tenho vontade de chorar por esta pessoa, sério mesmo. É péssimo você ver o sofrimento e não poder de forma alguma ajudá-la...
Por que certas pessoas têm que sofrer a vida toda? Por que para elas a melhor escolha a se fazer para acabar com toda infelicidade e sofrimento é tirar a própria vida? Nem isso elas podem... bom, há uma outra coisa a se considerar sobre isso: o sofrimento que a pessoa causará a outros seres, como seus pais...
É triste... muito triste...
Portanto, para aqueles que são felizes, curtam sua vida mesmo e agradeçam a quem for, Deus ou outra forma de fé, se você a tiver, por ser uma pessoa privilegiada, porque na vida não basta somente ter uma boa casa, família e ter o que comer todos os dias, pois todo ser humano precisa ser feliz, mas nem todos conseguem isso... Infelizmente...
E quando você consegue uma saída para fugir dos seus problemas, surge um imprevisto que adia a sua fuga e você se lasca ainda mais, cai em sofrimento ainda mais...
Ah, isso é muito triste...
Sem mais...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Viagem à Brasília - 24/06 a 30/06 (ótimos 6 dias...)
(foto tirada por mim, da Torre de TV)
É bem legal vê-la do alto, pois você vê bem o avião que a cidade toda forma, divididas em Asa Sul, Asa Norte e Plano Piloto, fora as cidades satélites, como a que meu namorado mora. Dá para vê-la do alto também, é só localizar uma cidade isolada só com prédios, pois é basicamente isso que tem. Na cidade dele há muita obra sendo feita, muito prédio sendo levantado. Isso me fez lembrar quando estávamos voltando do parque perto da casa dele, quando eu disse que no ponto em que estávamos, se olhássemos a nossa volta, víamos muitos prédios sendo construídos, muitos mesmo! Fora os que existiam em outras direções. É uma cidade que tende a crescer; está se expandido rapidamente.
Brasília é uma boa cidade, não para se morar talvez, mas sim para visitar. O chato é que você conhece as coisas bem rápido edepois fica sem nada pra fazer. Conhecer os variados shoppings é uma alternativa também, pois há muitos por lá. O povo adora um shopping; típico programa de final de semana. E falando em povo, o povo lá é meio esquisitinho e estranho, e como meu namorado diz na maioria das vezes, limitado também. De fato é. Outra historinha... Comprei a miniatura da Catedral para minha avó e pedi ao cara que estava vendendo para gravar os nomes. Pedi para escrever: "De Vivian" e o cara me escreve "Devivian", ou seja, meu nome agora é esse, segundo ele (rs). Tive que soletrar "Juca", pois ele não sabia se era com G ou com J. E acento? Não existe mais em "vovó", só em "Brasília".
Uma cidade planejada é outra coisa, né. Ruas largas, com quatro pistas para cada fluxo de automóveis. Sem muitos prédios. Sem "apertos", pois se tem um prédio de um lado, o prédio do outro lado é bem longe, devido às pistas. Tudo é dividido por setores (hoteleiro, abastecimento, etc), as ruas não têm nomes e sim números. Só tem nomes as avenidas.
O Congresso, o primeiro ponto turístico que conheci, é diferente do que você imagina. As cúpulas, onde têm o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, são bem pequenas, o que parece vista pela TV duas vezes o tamanho real. Você se espanta ao ver o tamanho real.
A maioria dos pontos turísticos é perto. A lindíssima Catedral é perto do Museu Nacional, que é perto da Biblioteca Nacional. Do outro lado, beeem do outro lado, tem os ministérios, organizados um de frente pro outro e lado a lado. O Congresso é perto do Palácio do Itamaraty, que é perto da Praça dos Três Poderes e assim vai... Só o Paláco da Alvorada que fica distante. Bom, deve ter mais coisa que é distante, mas por hora só lembro destes.
(foto tirada por mim, da rampa do Museu Nacional)
Foi bem legal, até. Conheci o Congresso, a Catedral (muito linda!), o Museu Nacional (sem graça), o Palácio da Alvorada (inclusive o Dragão da Independência), a Torre de TV (dá pra ver Brasília todinha, muito legal - vide foto tirada por mim), a Feira dos Importados (tem tudo, você se perde), dois shoppings, três restaurantes, sendo um deles às margens do Rio Paranuá, a UniCeub (universidade do namorado), fui à CNI. Andei de metrô depois de anos. Mas ainda falta conhecer o Zoológico, a Biblioteca Nacional, a Praça dos Três Poderes, Memorial Sara Kubitschek, Palácio do Buruti, os outros shoppings e daqui a um tempo a Torre de TV Digital. Tudo foi bom, diferente e interessante (ainda mais pra quem gosta de História), mas o melhor, sem dúvidas, foi ficar com meu namorado. Nenhuma dessas coisas supera o tempo que eu passei com ele, afinal, eu fui para lá por causa dele e do nossos dois anos de namoro!

Sem mais...
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Desistência?
quinta-feira, 13 de maio de 2010


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Que saudades...
Beijando-me com fervor e
Todo carinho que há em seu coração
Que transfere-se para teu delicioso beijo.
Que saudades do teu olhar sereno
Olhando fixamente, baixinho para mim
Misturando emoções diversas
Sobretudo, a tranqüilidade e a segurança,
Que só tu me passas!
Que saudades das tuas mãos
Acariciando-me por toda a extensão do meu corpo
E sentindo novamente teu doce carinho
Acompanhado de amor e algo inexplicável,
Porém, extreamente bom!
Que saudades das tuas brincadeiras
Divertindo-me e arrancando sorrisos meus,
Mesmo que eu esteja triste e chateada
Mas que me encantam e fazem de ti
Esta pessoa divertida e algre como és.
Que saudades do teu largo sorriso
Admirável e magnífico,
Que estampa lindamente teu rosto
E me faz querer sorrir também,
Só ao olhá-lo...
Que saudades das tuas palavras doces
Que me confortam e falam o que preciso ouvir
Deixando-me tranqüila, sorrindo à toa
E me faz crer na pureza do nosso amor
Mesmo que as palavras sejam elogios para mim...
Que saudades do teu jeito cativante
De gozar a vida, de me amar
De andar, de me olhar
De falar, de me agradar
De resolver as questões, de me tratar
De teu jeito completamente encantador!
Que saudades do teu corpo,
Cada pedacinho dele que me leva ao delírio,
Que gosto de acariciar e brincar...
De beijar e chamar de meu
E que enche meus olhos de sede,
De te querer cada vez mais
Ainda mais quando, em seu calor, envolve-me...
Que saudades da tua presença
Ocupando cada segundo de meu tempo,
Que me faz querer gastá-lo como for impossível
E tornando-se a cada dia mais essencial em minha vida,
Tão sem graça antes de tu espalhar tua essência nela...
Que saudades de tu, meu amor
Por completo e de te amar sempre
Mas sobretudo, de teu coração
Que me conquistou e me conquista
E fez com que eu adorasse cada detalhe de tua existência
Querendo sempre mais, fazendo-me sentir estas saudades...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Agora fostes para longe
Só restaram-me as boas lembranças...
E em ti meu pensamento...
As lágrimas insistem em querer aparecer
Mas ao meu anjos sem asas, a ti prometi
Que valente como guerreira e
Rígida como pedra eu serei
Mesmo longe, tão longe de meu coração
Sinto-te tão perto, como se ao meu lado estivesses
Ah! Como querias tu aqui...
Para ser meu por completo, como és realmente.
O círculo prateado reluz
Mostrando-me nossa históra
Tão bela e verdadeira.
Há muito para viver e parte dela completar
Pois um amor eterno não possui final!
Eu queria dormir e acordar apenas quando estiveres aqui
Porém, enfrentar o monstro da distância é necessário
Para que, enfim, possamos viver.
Há males que vêm para o bem
Está lançado o sacrifício...
Choramos nossa solidão amarga
E a dura saudade
Mas vivendo cada palavra falada,
Cada encontro, cada toque,
E o nosso amor sempre presente e vivo!
23/01/2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
As aparências enganam
Os últimos raios de sol ainda batem na parede opaca, enquanto o céu permanece negro, de um cinza sombrio. As árvores se agitam como se estivessem com medo do vento que as assusta. sábado, 14 de novembro de 2009
Apenas para me exprimir...
Há tantas coisas para eu descobrir
Tantos mundos para mergulhar
Aprender...
Encantar...
Sorrir...
Descobrir...
Verbos e mais verbos...
Quero poder ser livre...
Ler todos os livros que almejo...
Ajudar aqueles que precisam...
Salvar o meio ambiente...
Ensinar algo a alguém...
Aprender sobre as bandas que gosto...
Poder ter amigos que sempre sonhei e sair com eles...
Morar num lugar lindo, cercado de verde...
Sorrir todos os dias enquanto a brisa me abraça
Respirar ar puro, longe das cidades...
Há tantos desejos necessários...
Mas também há uma prisão,
Impedindo-me de expressar meus desejos ao mundo
E para o mundo...
Meus desejos refletem-se em minha prisão
E se convertem em melancolias e armaguria...
Por que tenho que ser parcialmente feliz?
Eu odeio sentir tudo isso...
(14/11/2009)
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Para o concurso de poesia

Sombria e deserta.
Relvas me confundem
Estou fugindo dos meus pensamentos
Que me perseguem,
Como uma alma indefesa
Que foge de seu predador.
Estou caindo e não vejo nada.
Não há ninguém para me socorrer...
Não há quem me acompanhe e me ilumine.
Só há um coração frio que ainda insiste em bater...
A escuridão me acompanha
A cada passo dado...
Cobre-me como um manto negro
Protege-me e me guia.
Sussurra em meus ouvidos
Palavras doces que me acalmam.
De tempo em tempo,
Sinto o toque de uma criatura,
Invisível aos meus olhos,
Que me enfraquece devagar...
Tira minha energia,
Mas me extasia...
Galhos de árvores e folhas secas
Fazem-me feridas.
Meu choro é mudo
No meio de tantas sombras.
A criatura se esconde.
Ainda sinto seu toque
Suave, porém estranho...
Escuto sons ao longe
Eles se aproximam ligeiramente
Não sei aonde ir, não sei o que fazer.
Estou perdida, estou sozinha.
Tenho frio, tenho medo...
A natureza se faz minha amiga
Cipós me abraçam
E permaneço confortável entre eles.
A lua surge no alto e me ilumina
Revelando meu sangue doce
Destacado em meio a tanto verde...
Eis que, à minha frente, a criatura surge;
Olha-me com seus olhos sublimes
Hipnotiza-me com sua silhueta
Diversas vezes desaparece
Estou sonhando? – pergunto-me
E enfim...Transforma-me em sua rainha
Tocando seus lábios macios
Em minha carne.
Entrego-me a ele
Como uma alma entrega-se
Aos céus.
A tempestade surge
Como viesse para comemorar
A união da criatura
A chuva lava o sangue
Que escorre de sua boca
Revelando minha sede insaciável
Devoro-te com meus olhos, então sublimes.
Compartilhamos, enfim,
Nossa sede... nosso desejo...
Nosso sangue... e nossa carne...
Não há mais medo,Não há mais vida...
OU
E o Sol para amar a Lua.
Mas os dois foram separados
Causando uma dor crua.
Conosco isso não acontecerá.
Não posso viver longe de ti,
Dos teus olhos, que um dia me devorará,
Da tua linda pele nua
Que brilha com a luz da Lua
Todas as noites que te vejo
Todas as noites que te desejo...
E sonho que um dia serás meu
Poderei em seu corpo mergulhar
Perder minha pureza que já se perdeu
Nesse corpo que muito quero me entregar.
E em seus olhos me perder
Como a noite que se perde no alvorecer.
A tarde queima como meu coração
Que arde sem se ver.
Visto-me com veludo rubro do entardecer
Para seduzir e levar-te a tentação...
Na loucura da paixão
Cobrirei o teu corpo que tem alma de um deus
Com o brilho da Lua nesta noite da sedução.
Enfeitiçarei teu coração
Com o canta da Iara do ribeirão.
Venha, meu amor,
Caminhe nas nuvens comigo
Alivie minha dor
Acaricie minha boca com seus lábios.
Sua mão em meu rosto.
Mostre-me a morada dos anjos,
Deixe-me morar lá
Em sua casa, em seus sonhos...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Sonhos e Vícios
Não tem por ques
Não tem motivos
Não há explicações...
O amor é algo sobrenatural:
Inexplicável.
Não se vê, não se ouve,
Não se cheira nem se come,
Apenas com o coração
Apenas se sonha...
E nos sonhos há todos os sentidos inimagináveis.
O amor é feito de sonhos
Tu és meu amor
Tu és meu sonho,
De todos o maior e,
Sem dúvidas, o melhor que posso sonhar
Inexplicável, complexo, infinito.
Eu te amo porque tenho que te amar.
Tu já se tornaste um vício alucinante
Que em minhas veias corre
Que faz meu coração acelerar.
Sinto necessidade de ti, meu sonho viciante!
Um amor inexplicável...
Sonhos e vícios...
Necessidade crescente...
Tudo que me mantém viva e alegre...
Por isto, quero-te para a eternidade, meu êxtase!
E eu te amo porque te amo...
(1º/07/2009)
domingo, 7 de junho de 2009
Amor, desejo e loucura
Provocando-me arrepio
E dilacerando meu coração.
Tua boca diz meu nome num sussurro.
Eu escuto hipnotizando, indo para ti...
Só escuto teu coração, que bate acelerado.
Minhas mãos tocam teu corpo.
Eu estremeço, fecho meus olhos,
Enquanto meu coração acelera num susto
E sente cada vez meu toque, meu dedilhar.
As roupas não quero sobre meu corpo.
Tu tiras uma a uma, calmamente,
Enquanto meu olhar acompanha teus olhos
E a ação de tuas mãos...
Tua face aparece à meia luz,
Revelando-me teu ar de mistério
Que descubro em cada toque ardente teu...
Quero tuas mãos tocando meu corpo nu.
Eu sentindo o acariciar, a suavidade de teus dedos.
Relaxo com meus olhos fechados
Esperando que tu me arranques mais um suspiro...
A loucura sobe minha cabeça,
Não sei onde me agarrar, onde me segurar
Para suprir meu êxtase de prazer e sede.
Arranho-me, aperto-me tentando aliviar minha excitação
E só consigo dores...
No corpo em que tu deverias acariciar...
Ah! como quero tantos os versos acima,
Cheios de amor, desejo e loucura.
De fogo que meu corpo quer exalar
Só por pensar na tua existência magnífica!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Seis

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Natureza artificial
O que é, eu não sei
Poderiam ser os vagalumes
Mas logo, quando vejo
São lâmpadas dos prédios...
Vejo pontos luminosos no céu
O que é, eu não sei
Poderiam ser as estrelas
Mas logo, quando vejo
São as luzes dos aviões...
Vejo sombras no entardecer
O que é, eu não sei
Poderiam ser sombras de muralhas
Mas logo, quando vejo
São as sombras dos prédios...
Vejo gotas de água caindo
O que é, eu não sei
Poderiam ser gotas de chuva
Mas logo, quando vejo
São gostas de um encanamento...
Sinto um cheiro agradável
O que é, eu não sei
Poderia ser das flores dos campos
Mas logo, quando percebo
É de perfume industrial...
Sinto uma brisa refrescante
Daonde é, eu não sei
Poderia ser dos ventos das montanhas
Mas logo quando percebo
É de ventiladores...
Ando neste chão duro
De que é, eu não sei
Poderia ser da terra seca,
Mas logo, quando vejo
É de asfalto...
Tantas coisas a minha volta
Que sonho serem isto,
Mas logo, quando percebo
São daquilo, da natureza artificial,
Tão bruta como seu criador...
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Palavra misteriosa
Nunca pensei que uma simples palavra, tão comum, e tão sem importância fosse me causar uma imensa alegria quando a li, parecendo demoradamente no instante em que estava a minha frente, escrita em preto, num fundo azul claro. Um sorriso no rosto e mais de uma vez passei meus olhos pela mensagem que me foi enviada, aonde possuia a palavra tão bela quanto aquela no visor do meu celular. E só mesmo a pessoa que amo tanto poderia fazer daquela palavra, uma palavra especial e com um imenso significado como na mensagem. Se não fosse por ela, dizendo especialmente para mim, a palavra seria só mais uma dentre outros substantivos comuns.
Nem mesmo um "te amo" me fez ficar feliz como fquei e fico ao pensar no que esta palavra vai gerar, uma ação futuramente. Até gerou um texto, que é este que escrevo. Isto jamais havia acontecido, e é meio estranho, confesso, escrever sobre uma palavra sem graça, que eu não gosto tanto, e só agora, ela me faz sentido e nunca me pareceu tão bela, pelo o que está me significando.
Um "te amo" deveria valer mais do que esta mera palavra, eu sei, e todos sabem! Porém, não é só pela palavra, pelo que significa, mas é também pela ação que será gerada - como dito acima - no futuro. Passará de um simples substantivo comum para um objeto valioso, que representará não só um "te amo", mas como toda uma história vivida - e ainda vive! - por duas pessoas que se amam muito. E se não se amassem de nada valeria esta palavra, este objeto, que enfeitará em breve meu dedo, indicando para todos verem que eu tenho compromisso com alguém e que meu coração tem dono e que eu também sou dona do coração dele.
Simples palavra, mas com um significado e valor imenso para mim, ainda mais quando for passado de uma "teoria" para uma ação, um objeto.
Se quer saber qual palavra é - se ainda não imaginou ou não desconfiou - basta olhar em nos dedos de alguns casais apaixonados, sejam eles namorados, noivos ou casados, pois o significado e a representação é a mesma: de amor.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Amor
O meu amor vai levar
Numa tarde de verão
Bate forte meu coração
Amanhã não se sabe
Se você irá me amar
Só saberei
Se estiver escrito no seu olhar...
(2004)
*Primeira poesia*
